quinta-feira, 17 de março de 2011

Você Me Vira a Cabeça



Infelizmente, não deu para por a letra aqui, pois fica dando um erro.

então ai vai o link:

Só Você



Infelizmente, não deu para por a letra aqui, pois fica dando um erro.

então ai vai o link:

Sozinho



Caetano Veloso

Composição: Peninha
Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho meus segredos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela, de repente, me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?

Românticos por natureza

Música: É isso aí
Composição: Damien Rice - versão: Ana Carolina






e a letra:



É isso aí!
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre
É isso aí!
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua
Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar
É isso aí!
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade
É isso aí!
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos a escolher seus amores
Eu não sei parar de te olhar
Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar de te olhar
É isso aí!
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade
É isso aí!
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos a escolher seus amores
Eu não sei parar de te olhar
Eu Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar de te olhar

Poesia feita por Andrey Amorin

Ao seus olhos estive
Quando a você eu me entreguei
Sobre um sentimento oculto
O seu amor eu mendiguei
E diante da realidade
O seu beijo guardei

Sobre o amor
Há quem pode não saber
Sentimento árduo
Que nos seus olhos pude ver
Entre a alegria e a saudade
Só quem sente pode entender

Vai

Vai, maldita, vai, víbora sangrenta,
Mulher impura, e ávida de infâmias!
O mundo é amplo: arroja-te em seu gúrgite.
Mereces bem seu lodo.


(...)


Vai, desgraçada, vai. Farta-te em crimes,
Sacia as garras, cobre-te de sangue
É esse o gênio teu. Corre, — que eu vejo
Teu exemplar castigo.


Vai, desgraçada, vai. Riso da plebe,
Indigna até de maldições severas,
Hei de ver-te amanhã pedindo um óbolo,
Errando pelas praças.


E adornada de fétidos andrajos,
A mão leprosa estenderás, ao ver-me,
E a boca túmida abrirás mendiga,
Pedindo-me uma esmola.


E eu com o nobre olhar que já receias,
Hei de talvez passar sereno e alegre,
Ou, tremendo tocar-te as mãos imundas,
Jogar-te algum dinheiro.


Tal é minha vingança. A ouvir-me agora,
Um riso, um riso estólido desprendes.
Ah! tu não crês ainda na justiça
Do Deus que nos escuta!


Ri-te outra vez de minhas frases duras!
Sim: tens razão, incrédula. — Mas corre,
Corre depressa, — que amanhã teu riso
Já não será tão grande.


Vai, maldita, vai, víbora sangrenta,
Mulher impura, e ávida de infâmias!
O mundo é amplo, arroja-te em seu gúrgite,
Mereces bem seu lodo.


Junqueira Freire

À Morte de Garrett

No doce arranco
Que o céu lhe abrira,
Garrett ouvia
Seus próprios carmes
De terno amor.


E aos brancos lábios
Franco, improviso,
Lhe veio um riso
Em vez de angústias,
Em vez de dor.


Morreu poeta,
Ledo e gostoso:
Morreu ditoso,
Cingido, ornado
Dos cantos seus.


Lá foi com os anjos,
Que o inspiraram,
Que o sublimaram,
Cantar saudades
Ao pé de Deus.


Cantai, donzelas
Da pátria dele,
Cantai aquele
Hino de amores,
Hino gentil.


Ouvi que entoam
Seu hino etéreo
Em som funéreo
As belas virgens
Do meu Brasil.


(...)


Junqueira Freire